Chega, chega, chega....... não aguento mais, “p. q. p.”.
Estou farto desse discurso lúgubre, dessa lamentação constante: o governo não apoia..., o governo não faz..., o governo não incentiva..., o governo isso..., o governo aquilo..., etc.
Entendo perfeitamente a importância do Estado e do governo para a organização e desenvolvimento de uma sociedade e também sei de seu descompromisso e deficiência, isso “todo mundo sabe”, mas, não podemos atribuir toda a responsabilidade dos problemas que nos afetam ao governo. Por exemplo, o indivíduo que não limpa o seu quintal, adoece de dengue e culpa o governo por isso, deveria levar um “cascudo”, isso sim. Outro que não acompanha os filhos na escola, não dá a mínima pra educação dos mesmos e no final do ano quando os ficam reprovados, reclama que o governo é o culpado porque não investe em educação, deveria é tomar vergonha na cara, pois a educação compete também aos pais.
Não estou defendendo o governo e nem dizendo que não devemos reclamar, devemos reclamar sim, mas, há coisas que não podemos esperar pela boa vontade dos governantes. Arte e cultura, por exemplo, são coisas que não só podem como devem caminhar independentes do Estado, e é até melhor que assim seja, pois o Estado sempre quis limitar a expressão artística a seus padrões.
O problema é que lamentar o governo virou ladainha de campanha. O que se percebe em todo discurso que lamenta a falta de incentivo, apoio, etc.... é que nas entrelinhas da fala, subjaz o interesse financeiro. O que a maioria quer é ser beneficiado individualmente pela máquina publica.
Como diz o ditado “ quem não chora não mama”. Mas atentem-se, pois muitos que hoje choram já estiveram lá, “mamando” por muito tempo nas “tetas” do governo, e querem mamar novamente, por isso choram e atiram pedra....... “CUIDADO com esses líderes chorões, eles choram de saudade dos tempos de teta”, e nunca esqueçam que o povo tem o governo que merece... quem mandou não saber escolher.... também pudera, não esta escrito na testa “ eu sou bonzinho”.
Iderley lima.
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